APOIO e DOAÇÕES

A Áfricanamente Escola de Capoeira Angola é uma organização totalmente autônoma e independente de órgãos governamentais, nossa missão é divulgar a filosofia da Capoeira Angola como um instrumento de educação e cidadania. Além das atividades desenvolvidas em nossa sede e no entorno, atualmente temos vários integrantes da nossa escola atuando como educadores sociais, compartilhando com crianças e adolescentes as ideias de união e coletividade.
Você pode ajudar a manter o nosso espaço e as nossas atividades sempre em movimento. Fazendo uma doação de qualquer valor na Conta poupança: 3.678.0 - Agência: 0428 da Caixa Econômica federal em nome de Mário Augusto da Rosa Dutra.
Além de nos ajudar você poderá ganhar lindos brindes, como camisetas, Cds, Dvds e Agendas.
Desde já agradecemos!

Adão, Adão, cadê Salomé? 2012


A primeira reunião para realizar o 6º Encontro Adão, Adão, cadê Salomé, Adão? foi muito bacana e produtiva. Definimos que o evento será de 26 a 31/03/2012 e foram propostos vários temas para reflexão que serão analisados na próxima reunião.
Venha ajudar a construir esta idéia!
Próxima reunião: Quinta feira, dia 09/02, as 19:00h, antes da roda semanal.
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Adão, Adão, Cadê Salomé, Adão? 
é um encontro que há cinco anos a Áfricanamente Escola de Capoeira Angola promove como um espaço-tempo de reflexão, discussão e ações que busca mais qualidade nas relações de gênero.
Para isso convidamos mulheres, capoeiristas, mestras e contra mestras que trazem o referencial da angoleira de valor, a comunidade da capoeira de Porto Alegre e ativistas diversos, para contribuir nesse leque de olhares. É um encontro aberto, inclusive com a provocação de ocupar o espaço da rua, com mulheres na roda de capoeira protagonizando dentro de uma cultura que por muito tempo apenas homens tinham esse proceder.
 Filosoficamente, hoje essa cultura nos remete ao papel do quilombo, no acolhimento das diversas formas de existência, sejam estrangeir@s, diferentes gêneros, classes sociais, numa proposta em comum. Essa proposta é o processo de libertação, principalmente da escravidão mental, criando na pessoa que a vivencia possibilidades de expressão de sua identidade de uma forma positiva dentro do coletivo, pois acredita que essa diversidade que se compõem, forma um terreno fértil de trocas de experiências, de aprendizado e de riqueza cultural.